Economia compartilhada se pauta pelos princípios de reduzir, reutilizar, reciclar, reparar e redistribuir. Este estilo de vida inovador desenvolve serviços focados em rever a forma de consumo e distribuição dos recursos, prezando pela sustentabilidade e colaboração.

A economia compartilhada permite que as pessoas mantenham seu estilo e qualidade de vida sem precisar consumir cada vez mais. Isso impacta positivamente o bolso de cada um e contribui para a preservação do nosso planeta.

Essa cultura colaborativa está mudando não só a nossa relação com os bens materiais, mas também nossas relações pessoais e o modo como entendemos oferta e demanda.

Ao relacionar economia compartilhada e mobilidade urbana, temos uma das combinações mais efetivas e populares para exemplificar o quão transformador é este conceito.

Multinacionais como a Uber, DHL, Cabify, Blablacar, e as brasileiras 99 e Zumpy, servem de exemplo de como esse impacto está presente no cotidiano da população nas principais cidades no mundo.

O compartilhamento é uma tendência econômica. Quanto mais as empresas puderem colaborar com a sociedade, mais clientes e oportunidades de negócio conseguirão conquistar.

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Economia compartilhada é uma das soluções que está revolucionando a mobilidade urbana. Neste artigo vamos falar tudo o que você precisa saber para pegar carona nessa tendência.


Boa leitura!


Serviços de compartilhamento crescem e ganham mais opções no Brasil

economia compartilhada no coworking

A economia compartilhada ganhou força nos últimos anos por facilitar a vida das pessoas. Segundo dados da Frost & Sullivan, mais de 7 milhões de pessoas no mundo usam algum tipo de serviço de compartilhamento.  

Os serviços mais comuns baseados nesta ideia de consumo mais consciente são focados, principalmente, no compartilhamento de espaço e veículos para diversas finalidades.

Os maiores expoentes dessa popularidade são a Uber e Airbnb, mas muitos tipos de negócios foram já projetados em cima desse conceito.

Atualmente são mais de 250 empreendimentos no Brasil, segundo o último Censo dos portais Ekonomio/Coworking Brasil, direcionados para diversos perfis de profissionais e pequenas empresas que buscam ambientes compartilhados. Esta revolução no local de trabalho é popularmente nomeada de coworking.

Neste espaços, compartilha-se recursos comuns de escritório, como internet, computadores e recepcionistas. O compartilhamento aproxima pessoas em busca de conquistar novos clientes e fazer networking.

No Brasil, há vários empreendimentos adotando este modelo, além de empresas que apoiam especificamente esse tipo de startup, como a abeLLha.

Hoje temos à disposição serviços de compartilhamento para públicos muito variados.

Servem de exemplo o Tem Açúcar?, que é uma plataforma para vizinhos compartilharem itens entre si, e o ezPark, que conecta quem tem uma vaga de estacionamento sobrando com quem precisa muito de um local para estacionar.

Apesar de recentes, não faltam opções em economia compartilhada para integrar mais a população, com soluções que facilitam a vida de forma mútua e ainda promovem a sustentabilidade.


Economia compartilhada e as caronas solidárias

Não muito tempo atrás, possuir um carro era sinônimo de maturidade e independência. Atualmente, esta relação com o automóvel está perdendo a importância.

Com isso, serviços de compartilhamento de corridas e carsharing têm crescido entre os brasileiros que buscam economia e flexibilidade.

O mercado brasileiro está começando a perceber que o carro pode ser um serviço além de um bem de consumo. Isso estimula muitos profissionais a buscar uma fonte de renda alternativa através de seus veículos. As caronas solidárias abrem portas para o pensamento empreendedor.

Plataformas e empresas focadas nesse ramo têm se desenvolvido no país e promovido mudanças no cotidiano do brasileiro, como, por exemplo, a Zumpy e a Blablacar.

Fundada em 2006, na França, presente em 22 países e com 45 milhões de usuários no mundo, a Blablacar está, também, atuando no Brasil e já é a maior comunidade global de compartilhamento de viagens.

Durante um dos eventos do WeMuv Summit, o maior evento de mobilidade corporativa do Brasil, Ricardo Leite, gerente nacional da Blablacar, deu um panorama sobre a realidade dos carros compartilhados e o carsharing no país.

De acordo com Leite, o tempo e a questão cultural é fundamental para que essa opção de transporte seja efetiva no Brasil:

Em países da Europa Ocidental, o carro compartilhado já é uma realidade e é uma opção de transporte como o ônibus ou o trem.

Sobre o posicionamento da empresa, Ricardo diz que “o grande papel da Blablacar é fazer o cadastro das pessoas que oferecem caronas, disponibilizar as avaliações dos perfis e gerar mais confiança no processo de compartilhar viagens”.

Leite destaca que é preciso que os grandes players do mercado compreendam e aceitem esse sistema de transporte, para expandir o conhecimento da viabilidade e benefícios do compartilhamento.

O carro que está parado a maior parte do tempo está perdendo dinheiro. Precisamos de um grande case para que todos vejam o quão bom é compartilhar o carro.


Economia compartilhada impacta na mobilidade urbana

economia compartilhada trânsito

É normal que em cidades capitais se tenha problemas de mobilidade urbana pelo grande número de moradores.

Trânsito, transporte público lotado e em más condições, regiões sem acesso a transportes e outras dificuldades são realidade constante dos habitantes.

Por isso, é necessário criar alternativas colaborativas que promovam uma mobilidade inteligente. O compartilhamento de corridas, por exemplo, aumenta nas principais cidades do país.

Graças a esse novo modelo, o trânsito tem amenizado aos poucos e o consumidor tem acesso a preços mais justos no transporte, além de um atendimento de melhor qualidade.

Com a crescente oferta de plataformas que conectam condutores a passageiros, é possível entregar mais segurança, conforto e qualidade de vida, já que se pode economizar o tempo perdido no trânsito caótico de cada dia.

São muitos os benefícios conquistados em oferecer meios alternativos de transporte aos seus funcionários.

Além de otimizar a rotina de trabalho e aumentar a produtividade, prezar pelas condições de trabalho dos colaboradores deve ser uma prioridade para qualquer empresa busque a fidelização e a melhor performance dos seus profissionais.

Quando falamos de cidades exemplo em soluções inovadoras em transporte, Curitiba sempre é reconhecida.

Suas ações de mobilidade urbana são referências no modelo de economia compartilhada. O sistema de transporte integrado da capital revolucionou porque priorizava a circulação de pessoas em lugar de automóveis.

As cidades deveriam ser pensadas para as pessoas e não para os carros.

As palavras de Guilherme Telles, General Manager da Uber no Brasil, explicam o propósito da organização pioneira em compartilhar carros transformando-os em um meio de transporte coletivo e acessível.

Propósitos como os da Uber colaboram em agregar valor à população e trazer uma nova opção de mobilidade para os moradores que favorece o ecossistema.


A sustentabilidade do compartilhamento de carros

O compartilhamento de veículos é muito positivo do ponto de vista sustentável.

Carsharing gera mais economia para o passageiro, que não necessita possuir um carro para seu deslocamento. Fora os custos de gasolina, impostos, seguro, estacionamento, parquímetros, pedágios…

Mas não é somente no bolso que a carona compartilhada afeta. Esse novo modelo de transporte ajuda a diminuir as emissões de gases poluentes, reduzindo a quantidade de veículos nas ruas.

De acordo com a Blablacar, cerca de 1 milhão de toneladas de CO² foram poupadas no ano de 2017 por seus usuários.

Cerca de 1/4 da cidade de São Paulo é ocupada, atualmente, por estacionamentos. Isso se deve aos mais de 6 milhões de veículos que pertencem aos moradores do município.

Esses números são responsáveis pelas 3 horas diárias de que, em média, se toma para ir e voltar do trabalho.

Quem conhece o caos da maior cidade da América Latina sabe: muitas vezes, a situação é assustadora e bastante estressante.

A preferência dos paulistanos é pelos carros particulares, que têm impacto não somente no trânsito da cidade, mas também sobre a qualidade do ar e o aquecimento do planeta.

De acordo com a pesquisa publicada no blog da Zumpy, aplicativo no qual motoristas e passageiros garantem caronas de baixo custo, carros são responsáveis por 72,6% das emissões de gases de efeito estufa do setor de transportes, apesar de levarem apenas cerca de 30% dos passageiros da capital de São Paulo.

Um passageiro que anda de carro sozinho emite 65,8 gramas de gás carbônico-equivalente (CO²-e) por quilômetro, quase quatro vezes mais do que faria se estivesse em um ônibus com outras pessoas (17 gramas).

Carros individuais são os principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa, além de ocuparem 88% do espaço das vias.

É fundamental verificar o nível de emissões de gases prejudiciais na atmosfera de origem humana em todos os setores da economia.

Para tal, alternativas como o compartilhamento de carros são mais do que uma tendência, são necessidades urgentes.


Conheça soluções integradas para embarcar na economia compartilhada

 

economia compartilhada cartões

 

A economia compartilhada é o futuro e o presente, tendência que veio para mudar o mercado e o consumo como o conhecemos.

Na mesma medida, mobilidade é também adaptar-se. Com as inúmeras mudanças de comportamento, tecnologia e prioridades, é urgente a necessidade de atender às variadas preferências de cada indivíduo.

Conectividade e economia compartilhada caminham juntas. Portanto soluções efetivas para os problemas de mobilidade de uma organização dependem da integração e interatividade que a tecnologia pode proporcionar.

A Ticket Log possui o compromisso de transformar a maneira de gerir despesas e pensar a mobilidade de forma mais inteligente, oferecendo soluções que atendam integralmente às necessidades de empresas de todos os portes, oportunizando a modernização dos negócios, a simplificação da rotina de trabalho e a sustentação dos resultados.

Ticket Car é uma solução da Ticket Log que oferece um jeito flex de pagar combustível que facilita o reembolso dos abastecimentos.

Com Ticket Car, a partir de 1 veículo, você já pode ter acesso à benefícios como: pagamento facilitado e centralizado em um único fornecedor; relatórios com extratos das utilizações dos cartões em tempo real; aplicativo para consulta de postos, preços do combustível, saldo e extrato dos cartões, para otimizar tempo e reduzir despesas.

Pensando na necessidade de mobilidade da sua empresa, a Ticket Car lança a Log&Go. 

São inúmeras possibilidades de utilização do saldo de um único cartão, que deixa de ser exclusivo para abastecimento e oferece diferentes modais de transporte.

Com Log&Go você tem:

  • Liberdade de Escolha: Permita ao profissional que utilize o seu saldo para abastecer, pagar uma lavagem do veículo, pegar táxi, comprar bilhete de metrô, ou o que preferir.
  • Facilidade de Pagamento: Elimine os reembolsos e unifique os benefícios de transporte em um único cartão, centralizando as despesas para melhor acompanhamento.
  • Solução Evolutiva: Garanta o acompanhamento das principais mudanças e desafios do mercado (e do mundo!) sem precisar trocar de solução a cada nova necessidade.

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Com a Log&Go você ainda usufrui da cooperação dos parceiros que, assim como a Ticket Log, acreditam no poder transformador da economia compartilhada.

A Easy Carros é uma startup que conecta clientes com parceiros automotivos para execução de serviços como lavagem ecológica de veículos, com atendimento agendado e execução no local de sua preferência.

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Conclusão

A economia compartilhada, considerada a principal tendência econômica do século 21, visa aumentar a eficiência no uso de recursos naturais.

Estimulando o intercâmbio e o compartilhamento de serviços por meio de plataformas digitais, fomenta o empreendimento e a inovação, e reduz o desperdício.

Os hábitos de consumo estão em um processo de transição definitiva, e isso mudou não só a forma como as pessoas gerenciam suas despesas, mas também suas relações pessoais, de trabalho e com meio em que habitam.

Organizações são feitas de pessoas, logo, as empresas devem acompanhar essas mudanças em busca de um ecossistema mais integrado e harmônico.

A mobilidade inteligente é interdependente dessa tendência econômica.

O transporte colaborativo é uma alternativa crucial para melhorar o funcionamento da mobilidade urbana com responsabilidade social e sustentabilidade.

Qual a sua opinião sobre economia compartilhada? Conte nos comentários a sua experiência utilizando serviços de compartilhamento.
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